Preços sobem acima das expectativas

São Paulo, 26 de Março de 2013.

ECONOMIA & FINANÇAS

Por Prof. Thiago Flores*

Preços sobem acima das expectativas

 

Segundo o IBGE, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) variou 0,49% em março, inferior à taxa de 0,68% de fevereiro. Já o IPCA-E (IPCA-15 acumulado nos meses de janeiro, fevereiro e março) foi de 2,06%, bem acima do resultado de igual período de 2012 (1,44%). Considerando os últimos 12 meses, o índice situou-se em 6,43%, também acima dos 12 meses anteriores (6,18%). Em março de 2012, a taxa havia ficado em 0,25%. A forte redução dos efeitos da alta sazonal do grupo educação (de 5,49% em fevereiro para 0,50% em março) fez a taxa do IPCA-15 baixar de 0,68% para 0,49% de um mês para o outro.

O grupo das despesas pessoais (de 1,15% em fevereiro para 0,51% em março) também perdeu força. Isso porque a variação nos preços dos cigarros passou de 5,70% de fevereiro para 0,03% em março. Já o item empregado doméstico se manteve em alta, com 1,53%.

Outros quatro grupos de produtos e serviços (alimentação e bebidas, artigos de residência, transportes e saúde e cuidados pessoais) também mostraram desaceleração na taxa de crescimento de preços.

Tanto os produtos alimentícios (de 1,74% em fevereiro para 1,40% em março) quanto os não alimentícios (de 0,35% para 0,20%) tiveram resultados inferiores àqueles registrados no mês anterior.

O grupo alimentação e bebidas, que continuou mostrando aumento expressivo de 1,40%, apesar da desaceleração, deteve 0,34 ponto percentual do índice, ficando responsável por 69% dele. Vários produtos importantes na despesa das famílias ficaram mais caros, como o feijão carioca (11,68%), ovos (7,66%), farinha de trigo (6,33%), farinha de mandioca (5,72%), frutas (2,54%), macarrão (2,42%), frango (1,80%), e pão francês (1,77%), além da refeição fora (1,23%).

Mas o principal impacto individual no índice do mês veio do grupo transportes. Foi a gasolina, cujo preço do litro subiu 2,34%, que gerou impacto de 0,09 ponto percentual. Após a variação de 1,96% em fevereiro, totalizou 4,35% de aumento ao consumidor nos dois últimos meses, resultado do reajuste de 6,60% no preço do litro nas distribuidoras em vigor a partir do dia 30 de janeiro. Em março, ficou mais caro também o litro do etanol, com variação de 3,89%, assim como o óleo diesel, que subiu 3,16%. Mesmo assim o grupo transporte (de 0,46% para 0,32%) cedeu de fevereiro para março, influenciado pelas passagens aéreas, cuja queda chegou a 16,41%.

Artigos de residência (de 0,82% em fevereiro para 0,40% em março) e saúde e cuidados pessoais (de 0,78% para 0,42%) foram grupos que também apresentaram redução na taxa de crescimento de um mês para o outro.

Já o grupo habitação (de –2,17% em fevereiro para –0,70% em março) caiu menos de fevereiro para março. Isto porque o valor da conta de energia elétrica ficou 5,32% mais baixo em março, enquanto em fevereiro a queda chegou a 13,45%, o que significa que as contas ficaram 18,05% mais baratas nestes dois últimos meses como reflexo da redução de 18% no valor das tarifas em vigor a partir de 24 de janeiro.

Os grupos vestuário (de 0,01% em fevereiro para 0,48% em março) e comunicação (de 0,08% para 0,27%) também mostraram resultados acima daqueles registrados em março.

Dentre os índices regionais, o maior foi registrado em Fortaleza (0,87%), em razão, da alta de 2,18% nos preços dos alimentos. O menor foi o índice do Rio de Janeiro (0,25%).

 

* Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV, Mestre em Economia de Negócios – EESP – FGV, Mestre em Finanças – IBMEC/INSPER – SP, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ®

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Inflação 2013

São Paulo, 25 de Janeiro de 2013.

ECONOMIA & FINANÇAS

Por Prof. Thiago Flores*

Inflação 2013

 

Ata do Copom reforçou nossa expectativa de manutenção da Selic em 7,25% em 2013. Segundo o Banco Central, o IPCA variou 0,79% em dezembro ante 0,60% em novembro, acumulando alta de 5,84% em 2012, ante 5,53% nos doze meses até novembro e 6,50% em 2011, de acordo com dados divulgados pelo IBGE. O resultado do mês refletiu aceleração dos preços livres e desaceleração dos preços monitorados. Em relação aos preços livres, com elevação de 0,94% em dezembro ante 0,62% em novembro, o movimento repercutiu comportamento dos preços de bens comercializáveis, que passaram de 0,67% para 0,86%, e de bens não comercializáveis, de 0,57% para 1,00%, com serviços registrando variação de 0,98%, ante 0,82% no mês anterior. Os preços monitorados apresentaram alta de 0,33% em dezembro ante 0,54% em novembro. A variação mensal do IPCA decorreu, principalmente, do aumento dos preços dos grupos relativos a alimentação e bebidas e a despesas pessoais, com contribuições respectivas de 0,25 p.p. e 0,16 p.p. O índice de difusão situou-se em 70,68% em dezembro ante 62,72% em novembro.

Considerado período de doze meses finalizado em dezembro, os preços livres apresentaram aceleração em relação a novembro, de 6,23% para 6,56%, assim como os preços monitorados, de 3,50% para 3,65%. A evolução dos preços livres refletiu o efeito da aceleração dos preços dos produtos comercializáveis, de 4,10% para 4,47%, e dos produtos não comercializáveis, de 8,17% para 8,46%, no período analisado. Os preços do segmento de serviços aumentaram 8,75% no acumulado em doze meses até dezembro ante 8,24% e 7,99%, em períodos correspondentes até novembro e outubro, respectivamente.

O IGP-DI variou 0,66% em dezembro, após alta de 0,25% em novembro, de acordo com a FGV, repercutindo aceleração do IPA e do IPC e desaceleração do INCC. O indicador acumulou variação de 8,10% em 2012, contra 5,00% em 2011.

O IPA-DI variou 0,74% no mês ante 0,16% em novembro, acumulando alta de 9,13% em 2012, ante 4,12% em 2011. Os preços dos produtos agropecuários aceleraram de 0,48% em novembro para 1,27% em dezembro, totalizando aumento de 19,20% no ano, ante 3,15% em 2011. Os preços dos produtos industriais registraram igualmente aceleração no mês, passando de 0,04%, em novembro, para 0,53%, em dezembro, tendo acumulado alta de 5,54% em 2012, contra 4,46% no ano anterior. O desempenho mensal dos preços dos produtos agropecuários refletiu, principalmente, a variação registrada nos preços de aves, 8,10%; milho, 3,47%; e feijão, 10,18%; com contribuições para o IPA-DI de 0,17 p.p., 0,10 p.p. e 0,08 p.p., respectivamente. Entre os preços dos produtos industriais, destaque-se a influência exercida por carnes, produtos de carne e pescados, produtos químicos, e óleos e gorduras vegetais, com elevações respectivas de 2,08%, 0,65% e 1,34%, e contribuições para o índice mensal de 0,07 p.p., 0,06 p.p. e 0,05 p.p., na ordem.

O IPC-DI registrou variação de 0,66% em dezembro ante 0,45% em novembro, acumulando alta de 5,74% em 2012, ante 6,36% em 2011. A aceleração do IPC-DI em dezembro foi favorecida, em especial, pela maior elevação de preços do grupo alimentação, cuja contribuição para o índice mensal cresceu de 0,13 p.p. em novembro para 0,30 p.p. em dezembro. O INCC-DI variou 0,16% em dezembro ante 0,33% no mês anterior, resultado das desacelerações dos preços de materiais, equipamentos e serviços, de 0,25% para 0,19%, e dos custos de mão de obra, de 0,41% para 0,13%. O INCC-DI acumulou alta de 7,12% em 2012, contra 7,49% no ano anterior.

O IPP/IT variou 0,25% em novembro, após alta de 0,23% em outubro, acumulando elevações de 6,82% no ano, ante 2,78% no mesmo período do ano anterior, e de 6,64% no período de doze meses encerrado em novembro, ante 6,39% em outubro. O resultado mensal do IPP/IT foi influenciado, principalmente, pela alta nos preços dos segmentos de alimentos, de coque, derivados do petróleo e biocombustíveis, e de máquinas e equipamentos, com contribuições respectivas para o índice de 0,12 p.p., 0,07 p.p. e 0,06 p.p., contrabalançadas parcialmente pelas variações das divisões de sabões, detergentes e artigos de perfumaria, e de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, ambas com contribuições de -0,03 p.p. A variação do índice no período de doze meses encerrado em novembro refletiu, sobretudo, a contribuição da indústria de produtos alimentícios, de 2,62 p.p.

O Índice Commodities – Brasil (IC-Br) avançou 1,47% em dezembro, após ter avançado 0,68% em novembro. O avanço de dezembro refletiu as variações respectivas de 0,73%, 7,25% e -1,13% nos subíndices agropecuárias, metálicas e energia. Em 2012, o IC-Br registrou valorização de 10,51%, com os subíndices registrando altas de 8,84%, 19,75% e 9,44%, na mesma sequência.

 

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Projeções para 2013 & Opções de Investimento

São Paulo, 2 de Janeiro de 2013.

ECONOMIA & FINANÇAS

Por Prof. Thiago Flores*

Projeções para 2013 & Opções de Investimento

Projeções do mercado para 2013 sugerem uma Selic estável, PIB crescendo 3,30% e IPCA com alta de 5,47%, segundo Relatório Focus do Banco Central. Nossos especialistas apontam para um crescimento de 4% do PIB, ao contrário do que veremos estar destacado no relatório.

As projeções do mercado demonstraram algumas alterações com relação ao encerramento do ano passado, com certa coesão de dados para 2013 indicando uma taxa de juros estável, câmbio relativamente constante, PIB crescendo 3,30%, e crescendo de forma cíclica em relação ao ano passado, e IPCA subindo 5,47%, de acordo com o Relatório Focus ? divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central, com estimativas coletadas até o dia 28 de dezembro.

A mediana das expectativas para o IPCA mostrou leve tendência de alta para 2012, passando de 5,69% para 5,71%, ficando estável em 5,47% para 2013. Concomitantemente, a estimativa de crescimento do PIB novamente recuou de 1,00% para 0,98% para 2012 e seguiu em 3,30% em 2013. A mediana da projeção para a taxa Selic ficou praticamente inalterada em 7,25% para este ano. Por fim, as projeções para a taxa de câmbio em 2013 indicou uma leve depreciação, passando de R$/US$ 2,08 para R$/US$ 2,09.

Com isso, com a tendência de aumenta da inflação e mantida praticamente constante a taxa SELIC, investimentos atrelados ao IGP-M e afins são os que terão maior rentabilidade. A taxa básica de juros (Selic) serve de “guia” para os principais fundos de investimentos oferecidos em bancos. Os fundos DI ficam menos atraentes quando essa taxa cai, enquanto os fundos de Renda Fixa se tornam mais vantajosos, e vice-versa. Mas o investidor pode optar por “perseguir” a taxa de inflação, em vez de se guiar pela taxa básica de juros.

Veja os investimentos que podem proteger contra a inflação

Aplicação financeira

Vantagens

Desvantagens

Tesouro Direto: NTN-Bs

As taxas de serviço cobradas tendem a ser baixas

O rendimento pode variar de forma brusca

Fundos de inflação

O banco escolhe a melhor forma de aplicar o dinheiro pelo investidor

As taxas de serviços podem ser bem altas

CDBs-IPCA

O Imposto de Renda somente é cobrado no saque do dinheiro aplicado

A oferta desse produto é bastante restrita

Fundos Imobiliários

O investidor aplica em um bem real, com aluguel corrigido pela inflação

Atrasos no pagamento do aluguel derrubam o rendimento da aplicação

 

* Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV, Mestre em Economia de Negócios – EESP – FGV, Mestre em Finanças – IBMEC/INSPER – SP, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ®

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13º. O que fazer com ele?

São Paulo, 20 de Novembro de 2012.

ECONOMIA & FINANÇAS

Por Prof. Thiago Flores*

13º. O que fazer com ele?

Com maior poder de compra adquirido nos últimos anos, devido, principalmente, à melhora na economia e no nível de emprego, o brasileiro tem se endividado mais. Porém, pela facilidade do crédito obtida através de medidas favoráveis do governo — IPI reduzido para bens duráveis, por exemplo —, o consumidor se descontrolou no orçamento e não está conseguindo pagar o que vem comprando.  Assim, com juros mais baixos, o consumidor pode ter mais facilidade de quitar ou renegociar suas dívidas. Implícito neste cenário, é que não ocorrerá uma deterioração no mercado de trabalho, ou seja, que haverá uma aceleração da economia ao longo do segundo semestre.

O alto nível de falta de pagamento das contas traz cautela aos bancos, e, em conseqüência disso, faz com que as famílias, sem opção, tomem créditos mais caros, como cheque especial e cartão de crédito. Outro fato que pode agravar esse cenário e pressionar ainda mais o mercado de crédito é a forte elevação do crédito consignado.

Nesse contexto, com o final do ano chegando, deve-se questionar quais são as melhores formas e possibilidades de usar o seu 13º salário? Bom, pela elevada parcela da população estar endividada, e muitas vezes, com dividas “caras”, como no caso dos cheques especiais e cartões de crédito, sugiro que se faça um acordo para a quitação das mesmas e caso seja necessário, refazê-las, se estritamente necessário,  com taxas mais baixas que estão disponíveis sob diferentes formas hoje no mercado acompanhando a queda da Selic.

Para aqueles que consideram que já tem uma estrutura ótima de capital, ou seja, um bom balanceamento entre dívida e patrimônio, pode-se utilizar o 13º na mesma proporção em que se encontra seu capital hoje, ou seja, se você tem 10% de dívida em relação à soma de seus ativos totais (patrimônio + dividas), pode utilizar seu 13º com dividas, mantendo o patamar de 10% e o restante aplicando. Por outro lado, existem aquelas pessoas que não têm perfil de investimento de longo prazo, a poupança continua sendo o melhor investimento e sem risco.

Se você tem um perfil mais agressivo e que tem uma capacidade maior de analise setorial e econômica, pode diversificar com letras do tesouro, fundos indexados ao IGP-M ou até mesmo dólar ou ouro.

Não ache que como seu 13º não atinge o montante que você acredita ser o suficiente, que não deva ser poupado. O que não deve ser feito é prolongar uma situação de inadimplência, ou seja, se você já não está conseguindo quitar suas dívidas, não vá viajar com sua família ou caia nas promoções tentadoras de final de ano. Procure equilibrar suas finanças para alcançar um 2013 melhor a você e sua família.

 

* Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV, Mestre em Economia de Negócios – EESP – FGV, Mestre em Finanças – IBMEC/INSPER – SP, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ®

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Crescimento e o Mistério da Inflação

São Paulo, 28 de Setembro de 2012.

ECONOMIA & FINANÇAS

Por Prof. Thiago Flores*

Crescimento e o Mistério da Inflação

A economia global segue com perspectiva de baixo crescimento por um período de tempo prolongado segundo divulgação do Banco Central. Nos Estados Unidos, a despeito de o mercado imobiliário ter apresentado sinais de melhora em meses recentes, o ritmo de atividade segue influenciado por risco de contenção fiscal e de fragilidade do mercado de trabalho, que se somam aos associados à crise européia. Na Zona do Euro, embora iniciativas recentes tenham contribuído para reduzir a probabilidade de ocorrência de eventos extremos nos mercados financeiros internacionais, permanecem incertezas políticas e o ceticismo sobre a solidez do sistema bancário em alguns países da região, o que sustentam perspectivas desfavoráveis para a atividade. Nesse contexto, nas economias maduras, restrições no espaço de utilização de políticas contracíclicas, mercado de trabalho debilitado, destruição de riqueza e mercado de crédito ainda restritivo compõem o cenário de baixo crescimento.

As expectativas de crescimento de economias emergentes continuam apontando ritmo de atividade moderado em países da América Latina e da Ásia, em parte, reflexo do baixo crescimento das economias maduras. Em casos específicos, observam-se mudanças no padrão de crescimento – com menor ênfase em exportações – que tendem a ser permanentes. Note-se ainda que, o cenário para a economia chinesa (e para a indiana) se apresenta mais desafiador do que se antecipava. Nesse contexto, apesar da resiliência da demanda doméstica nas economias emergentes, o ritmo da atividade tem moderado.

Os preços internacionais das commodities, de forma geral, aumentaram desde a divulgação do último Relatório. No caso específico das commodities agrícolas, em grande parte, reflexo de choques negativos de oferta, cujos efeitos

podem ser potencializados por recentes ações não convencionais de política monetária. Por outro lado, a moderação da atividade na China, aliada à fragilidade da economia mundial, tende a conter pressões altistas sobre os preços de commodities. Além disso, é plausível antecipar a reversão, ainda que parcial, desses choques de oferta. Nesse sentido, o cenário central contempla dinâmica relativamente benigna para os preços dos alimentos no médio prazo, embora a instabilidade dos preços de produtos in natura e de grãos constitua fator de risco.

No Brasil, a recuperação tem se materializado de forma gradual, mas o ritmo de atividade tende a se intensificar neste semestre e no próximo ano, com alguma assimetria entre os diversos setores. De um lado, os eventos externos se transmitem para a economia brasileira, entre outros canais, via confiança, fluxos de comércio exterior e de investimentos. Por outro, o cenário central leva em conta os efeitos, em especial sobre o consumo das famílias e sobre investimentos, do processo de afrouxamento das condições financeiras. A esse respeito, ressalte-se a importância das ações de política monetária implementadas desde agosto de 2011, cujos efeitos sobre atividade (e inflação) operam com defasagens e são cumulativos.

Em meses recentes, a expansão do mercado de crédito seguiu em ritmo moderado, tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas.

No que se refere à política fiscal, iniciativas recentes apontam o balanço do setor público se deslocando de uma posição de neutralidade para ligeiramente expansionista. O Copom avalia que a geração de superavit primários compatíveis com as hipóteses de trabalho contempladas nas projeções de inflação solidifica a tendência de redução da dívida pública. Dessa forma, seu custo de financiamento tende a recuar, com repercussões favoráveis sobre o custo de capital de modo geral, o que estimulará o investimento privado no médio e longo prazo. O Comitê reafirma que seu cenário prospectivo para a inflação está condicionado à materialização das trajetórias com as quais trabalha para variáveis fiscais.

Em relação a transações correntes, o déficit acumulado em doze meses atingiu US$52,0 bilhões em julho, equivalente a 2,2% do Produto Interno Bruto (PIB). Um componente importante desse deficit tem sido as remessas de lucros e dividendos, que somaram US$29,3 bilhões. Note-se que os investimentos estrangeiros diretos têm sido a principal fonte de financiamento do balanço de

pagamentos e totalizaram US$66,3 bilhões em doze meses até julho, equivalente a 2,8% do PIB.

A inflação, medida pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em doze meses, alcançou 5,24% em agosto, 1,98 pontos percentuais (p.p.) abaixo da registrada no mesmo mês de 2011. Os preços livres variaram 5,75% em doze meses até agosto (2,11 p.p. inferior à inflação de agosto de 2011) e os administrados por contrato e monitorados, 3,77% (1,94 p.p. inferior). A trajetória dos preços livres foi influenciada pela elevação de 8,86% dos preços do grupo alimentos e bebidas – em parte devida a fatores climáticos, externos e domésticos.

O Copom reafirma sua visão de que a inflação acumulada em doze meses, que começou a recuar no último trimestre do ano passado, tende a se deslocar na direção da trajetória de metas, de forma não linear. No que se refere a projeções de inflação, de acordo com os procedimentos tradicionalmente adotados e levando em conta o conjunto de informações disponível até 6 de

setembro de 2012 (data de corte), o cenário de referência, que pressupõe manutenção da taxa de câmbio constante no horizonte de previsão em R$2,05/US$ e meta para a taxa Selic em 7,50% a.a., projeta inflação de 5,2% em 2012, de 4,9% em 2013 e de 5,1% para o terceiro trimestre de 2014.

No cenário de mercado, que incorpora dados da pesquisa realizada pelo Departamento de Relacionamento com Investidores e Estudos Especiais (Gerin) com um conjunto significativo de instituições, as projeções apontam inflação de 5,2% em 2012, de 4,8% em 2013 e de 5,0% para o terceiro trimestre de 2014.

Diante do exposto e considerando os efeitos cumulativos e defasados das ações de política implementadas até o momento, que em parte se refletem na recuperação em curso da atividade econômica, o Copom entende que, se o cenário prospectivo vier a comportar um ajuste adicional nas condições monetárias, esse movimento deverá ser conduzido com máxima parcimônia.

De acordo com o cenário de referência, o crescimento projetado do PIB acumulado em quatro trimestres é de 1,6% para 2012, e de 3,3% em quatro trimestres até o segundo trimestre de 2013.

 

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