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	<title>Gerenciamento Econômico.com.br &#187; Allan</title>
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	<description>Publique seus artigos sobre Gerenciamento e Economia</description>
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		<title>O espetáculo não pode parar.</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 11:53:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[cadeia produtiva]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de produção]]></category>
		<category><![CDATA[impacto]]></category>
		<category><![CDATA[meio-ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[O espetáculo em questão vem a ser o consumismo exagerado que a sociedade imprime como ritmo, que tem impactos incalculáveis no meio ambiente e em nossas vidas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Realmente o espetáculo não pode parar, não faço idéia de quem escreveu pela primeira vez e deu força a esta frase, mas realmente será que o espetáculo não pode parar?</strong></p>
<p>O espetáculo em questão vem a ser o consumismo exagerado que a sociedade imprime como ritmo, que tem impactos incalculáveis no meio ambiente e em nossas vidas, estes são simplesmente ignorados pela senhora que compra sua bolsa nova ou pelo senhor que acabou de sair da concessionária com uma nova caminhonete movida a óleo diesel, são fatos que as pessoas ignoram, apenas se interessam pelo seu bem estar e não ligam para o que acontece ao seu redor, a cadeia produtiva de uma forma completa, não dão a menor importância se aquela bolsa foi fabricada em um lugar nos confins da China por crianças ou na esquina de casa.</p>
<p>A cadeia produtiva linear deste sistema produtivo é o maior vilão do cenário globalizado atual, pois vivemos em um planeta de recursos limitados onde podemos avaliar a questão e pensar que a culpa disso tudo é exclusiva dos empresários “gananciosos” que visam o lucro acima de tudo, porém, deixamos de lado a responsabilidade do governo que fecha seus olhos apoiando a produção “suja”, apenas importando-se com os impostos a serem pagos, tanto pelas indústrias como pelos consumidores.</p>
<p>A dura realidade; os governos deixam de ser os grandes blocos econômicos dando espaço aos grupos empresariais e industrias, onde realmente se exerce as demandas do poder deliberando e criando leis que os favorecem, a população em geral apenas é avisada das novas normas e tenta se adequar as mesmas sem voz e muito menos vontade.</p>
<p>O cenário que nos encontramos na atualidade não foi algo que simplesmente aconteceu, e sim, algo planejado, onde o analista de vendas <strong>Victor Leboux</strong> previa em meados dos anos 50 (pós-guerra) que “<em>A nossa enorme economia produtiva exige que façamos do consumo nosso caminho de vida (way of life), e que transformemos a compra e o uso de bens em rituais, que procuremos a nossa satisfação espiritual, a satisfação do nosso ego, no consumo. Precisamos que as coisas sejam consumidas, destruídas, substituídas e descartadas em um ritmo cada vez maior</em>&#8220;.</p>
<p>Naquela época foram criados conceitos que podemos citar como fundamentos do consumismo atual que são obsolescência planejada e a obsolescência perceptiva, esta primeira trabalha o conceito de criar produtos que vão direto para o lixo, e como principais exemplos cito as sacolas plásticas, copos descartáveis, câmeras descartáveis e ate mesmo computadores, pois a cada ano temos que trocar peças que inviabilizam a manutenção do mesmo equipamento, onde o fabricante troca propositalmente encaixes e dispositivos que nos obrigam a comprarmos outras versões mais novas do que já tínhamos e a obsolescência perceptiva trabalha o conceito de que o ser humano precisa participar de um grupo ou meio em comum, citando como principal exemplo a moda, que no verão utiliza roupas coloridas e fortes e no ano seguinte, a tendência é outra, e infelizmente, movidos pela necessidade de aceitação no meio o ser humano se curva a tais leis do consumismo.</p>
<p>Infelizmente nossa saúde frágil sofre nessa cadeia, atualmente em muitas partes do mundo é utilizado como principal meio de descarte do lixo a incineração, que produz mais poluição (além da fabricação) e um dos efeitos desta é a união de toxinas utilizadas na fabricação, dando origem a toxinas extremamente danosas como a dioxina que é considerada hoje a mais violenta substância criada pelo homem, com seu grau de periculosidade ultrapassando o urânio e o plutônio. Além do que a contaminação não se compara com agente tóxico comum que se possa ver, sentir ou medir por grama. A medida usada para aferir a dioxina encontra-se na escala dos nanogramas, ou seja, um bilionésimo de grama.</p>
<p>Momentaneamente aprofundando nesta questão, as autoridades do mundo científico destacam que as doenças provocadas pela contaminação por dioxina são várias, entre elas o&#8221;cloroacne, que dispensa definições; o câncer no fígado; o câncer no palato; o câncer no nariz; o câncer na língua; o câncer no aparelho respiratório; o câncer na tireóide; a queda de imunidade; malformações e óbitos fetais; abortamentos; distúrbios hormonais; concentrações aumentadas de colesterol e triglicéridos; hiperpigmentação da pele; dor de cabeça e nos músculos; desordem no aparelho digestivo; inapetência, fraqueza e perda de peso; neuropatias; perda da libido e desordens dos sensos.</p>
<p>Atualmente é feito um trabalho em todas as partes dessa cadeia “suja” de produção linear visando a otimização da fabricação desses bens de consumo, tentando modificar um modelo que gera poluição, devastação, desigualdade social, a idéia deste movimento é ser responsável, nas atitudes, na vida e principalmente no consumo, onde podemos  ter  o controle da situação. Pequenas atitudes que começam a mudar o mundo, vão desde procurar um mercado perto da sua casa que compra frutas dos produtores da sua região, certificar-se que o móvel que você está comprando é feito de madeira de reflorestamento e principalmente a reciclagem, que consegue mudar totalmente o sistema linear para cíclico, onde podemos aproveitar os restos e o que não será mais usado para criar algo novo vendo então uma antiga e importante frase de um filosofo francês <strong>Antonie Lavoisier</strong> que diz, “<em>Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma</em>&#8220;.</p>
<p>A reciclagem é o inicio de uma mudança, porém existem sinalizações que podem nos dar esperanças de um futuro melhor, onde vários países do mundo assinaram e protocolaram suas intenções a respeito do protocolo de Kioto, começamos a fazer negócios baseados no fair trade ou comercio justo, onde o produtor que recebia somente alguns centavos pela matéria bruta que compõem o produto final participa de forma justa nos lucros bem como todas as outras partes envolvidas no processo de fabricação.</p>
<p>O conceito linear de produção é antigo, deverá dar lugar a um sistema cíclico sem desperdícios trabalhando novos modelos de negocio onde investimentos estejam concentrados em idéias como energias renováveis,  comercio verde, selo verde de produção e principalmente visando o respeito e ética perante a sociedade trabalhando o conceito de responsabilidade social gerando empregos e economias sustentáveis.</p>
<p>Como Lavoisier propôs, o show não deve parar, deve apenas se reciclar e dar inicia a algo novo e mais produtivo para todos.</p>
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		<title>O que é um projeto afinal?</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 18:31:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[definição]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Vou detalhar o que vem a ser um projeto: Um projeto é algo que surge de uma necessidade, algo que definimos início e fim, talvez tão importante quando isso, seja que um projeto tem um resultado único e específico ou seja projeto acaba sendo tudo aquilo que gastamos tempo esperando um resultado unico e exclusivo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="PostContent">
<p>Vou detalhar o que vem a ser um projeto: Um projeto é algo que surge de uma necessidade, algo que definimos início e fim, talvez tão importante quando isso, seja que um projeto tem um resultado único e específico ou seja projeto acaba sendo tudo aquilo que gastamos tempo esperando um resultado unico e exclusivo.</p>
<p>Bem, se formos pensar bem, tudo praticamente pode ser um projeto? Sim, de certa forma sim, mas temos que saber diferenciar o que é um projeto e o que são operações… <span style="line-through;">(ah eh agora?)</span> Bem, é simples de conseguir diferenciar. Vou dar dois exemplos rápidos para que seja fácil o entendimento.</p>
<p>EXEMPLO 01 &#8211; Uma fábrica de carros que fabrica em média 100 carros por dia tem sua linha de montagem, e essa pode ser considerada uma <strong>OPERAÇÃO</strong> pois sua forma de trabalho é repetitiva, não tem hora para acabar e não gera um resultado único, ela tem seu ciclo de vida próprio que pode ser avaliado pelo famoso PDCA <span style="line-through;">(Plan-Do-Check-Act)</span> mas não vou me aprofundar nisso agora, será o tema do próximo post.</p>
<p>EXEMPLO 02 &#8211; Uma fábrica de carros decide criar um novo carro para se adequar ao mercado, que esta cada dia mais competitivo. Isso é um <strong>PROJETO </strong>pois será gasto um tempo X para desenvolver um produto Y que é único e como resultado podemos considerar a adequação ao mercado.</p>
<p>Bem, acho que ficou simples de entender a diferença entre projetos e operações, bem, seguindo, um projeto deve ser administrador de forma que seja possivel mensura-lo, mas porque? Por que  só podemos controlar aquilo que podemos contabilizar.</p>
<p>Hoje em dia existem metodologias de Gerenciamento de projetos, que cuidam justamente disso tudo, de todo o ciclo de vida do projeto, seja elas a metodologia do <a title="Project Management Institute" href="http://www.pmi.org/" target="_blank">PMI</a>, Prince2, Scrum, Agile …. Bem, espero que tenha sido facil entender o que é um projeto.</p>
<p><strong>Revisando: </strong><br />
Projeto : Esforço temporário empreendido para se obter um resultado único que tem início e fim.<br />
Principais caracteristicas:</p>
<ol>
<li>Projetos são diferentes de atividades funcionais.</li>
<li>Em geral, são realizados em função de uma necessidade específica, um problema.</li>
<li>São finitos: têm começo e término programados.</li>
<li>Solucionado o problema, o projeto termina.</li>
<li>São “únicos”, ou seja, nenhum projeto é igual a outro.</li>
</ol>
<p>Para aqueles que são como eu e adoram um mapa mental, ai vai.</p>
<p><img src="http://www.allantorres.com.br/wp-content/uploads/2008/03/oqueeprojeto.jpg" border="0" alt="Mapa mental" width="410" height="108" /><br />
Bem gente, fico por aqui, qualquer coisa, mandem e-mail.</p>
<p>Allan Torres<br />
PMportal &#8211; www.pmportal.com.br</p></div>
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		<title>O perfil motivacional do Gerente de Projeto.</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 20:38:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[gerenciamento de projeto]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[perfil]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse post, foi uma questão interessante levantada esses dias atrás por um amigo meu no msn sobre motivação que me vez escrever esse artigo, ele me contava que chegava no escritório e o Gerente de projetos que gerenciava a equipe que ele trabalha, vive resmungando sobre o projeto e sobre a vida, sua equipe era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse post, foi uma questão interessante levantada esses dias atrás por um amigo meu no msn sobre motivação que me vez escrever esse artigo, ele me contava que chegava no escritório e o Gerente de projetos que gerenciava a equipe que ele trabalha,  vive resmungando sobre o projeto e sobre a vida, sua equipe era apática e ele não estava nem ai, <strong>motivação é a chave para o sucesso</strong>.</p>
<p>Os projetos todos nós sabemos que não evoluem por sozinhos, eles dependem de um fator chamado seres humanos para crescer e dar frutos, ou seja a pessoa, logo se ele depende de pessoas para evoluir significa também que ele pode variar de acordo com a instabilidade da pessoa que o esta dirigindo ou ate mesmo participando, sendo assim vamos pensar rapidamente em um cenário fictício de que um projeto seja tocado por um profissional depressivo, triste e nada nada motivado, qual será o futuro do projeto? <strong>Será que só isso já basta para decretar o fracasso do projeto?<br />
</strong><span id="more-100"></span></p>
<p><strong>No meu ponto de vista, sim</strong>,<strong> </strong>pois a pessoa que esta no comando do projeto deve ter certas responsabilidades e uma delas vem a ser primordial ou ate mesmo eu diria que uma das coisas mais importantes ao se gerenciar projetos é motivar sua equipe. Como gerente de projetos, vejo que a equipe muitas vezes varia de acordo com a motivação e aspectos do gerente de projetos.<br />
<strong><br />
</strong></p>
<div id="attachment_55" class="wp-caption aligncenter" style="width: 477px"><a href="http://www.pmportal.com.br/wp-content/uploads/2008/08/iceberg-motivacao.jpg"><img class="size-full wp-image-55" src="http://www.pmportal.com.br/wp-content/uploads/2008/08/iceberg-motivacao.jpg" alt="Motivação" width="467" height="370" /></a><p class="wp-caption-text">Motivação</p></div>
<p>Certa vez li em um livro a respeito de Jack Welch que dizia: &#8220;Gerenciamos processos, pessoas nós as lideramos&#8221;; isso é a mais pura verdade, liderar uma pessoa é algo que poucos conseguem fazer e muitas vezes vemos exemplos disso na história, seja desde Napoleão, Hitler ou Leónidas levando seus soldados a morte contra o exercito Persa. Mas veja bem o exemplo, <strong><em>levandos a morte</em></strong>, nossa podemos pensar que eles foram obrigados a morrer pelo Rei Leónidas, porém, na história vemos que a coisa foi diferente, eles foram liderados ate a morte por seu Rei e juntos morreram defendendo aquilo que acreditavam ser o certo.</p>
<p>O gerente motivador, se torna um líder, esse processo é demorado e muito, muito difícil de ser alcançado, pois poucos conseguem se tornar lideres, poucos tem a capacidade de motivar uma pessoa a creer na mesma ideia que você, a ter o mesmo ideal que você. Jack Welch nos diz também que os lideres, lideram não por medo, mas sim por respeito e exemplo.</p>
<p>Dentro de um projeto, é muito importante conseguir mostrar a sua equipe as metas e objetivos a serem alcançados em cada etapa, tentando assim, que seja possível a união da vontade com a necessidade, é importante deixar que cada membro da equipe se sinta na necessidade de cumprir com suas obrigações por respeito e lealdade a sua equipe ou seu gerente de projeto.</p>
<p>Nada melhor do que acordar pela manha sorrindo, feliz com tudo e com todos, sabendo que aquele dia será melhor que o anterior &#8230; (hahahha) Esse é o perfil que todos deveríamos ter, ser uma pessoa auto-motivada. <span style="line-through;">(ue? auto-motivada?)</span></p>
<p>As pessoas que conseguem se auto motivar, eu as chamo de auto-motivadas, são pessoas que buscam forças interiores para a motivação, para energizar seu dia e de todos aqueles que estão ao seu redor, não estou falando aqui daquelas pessoas que falam pelos cotuvelos ou daqueles brincalhões, mas estou falando daquela pessoa que vai ate o final, sem perder o foco nem a motivação, visando um objetivo maior que ele próprio.</p>
<p>Logicamente, nem todos são sorrisos sempre, mas o auto-motivado ele consegue relevar isso e não deixar transparecer a sua equipe.</p>
<p><strong>O que favorece a motivação da equipe:</strong></p>
<p><em>A compreensão dos objetivos<br />
</em>É conveniente uma reunião de todos os membros da equipe para que sejam explicados os motivos da execusão do novo projeto, o esforço extra necessário, os resultados esperados e os benefícios.<br />
O envolvimento da alta diretoria nesse momento é muito importante</p>
<p><em>A postura gerencial</em><br />
Complementando o que foi dito, a equipe avalia a cada momento se a sua dedicação ao projeto. Nada passa desapercebido, sejam atitudes, omissões ou mensagens subliminares. Uma postura gerencial adequada implica em demonstrar interesse pelo desenvolvimento do trabalho, alocar as pessoas adequadas, prover recursos e procurar equacionar com racionalidade o andamento da rotina. Quando a equipe percebe que seu gerente está levando a sério o projeto.</p>
<p><em>Recompensa ou reconhecimento?<br />
</em>Muita cautela deve-se tomar no que diz respeito a recompensas. Um bônus apenas para o Gerente de projetos, por exemplo, seria desastroso e desnecessário. Se todos souberem que apenas o Gerente de projetos receberá um bônus, a maioria não terá motivação para cooperar.  Talvez o melhor caminho seja o estabelecimento um reconhecimento da alta diretoria para aquelas que tenham um melhor desempenho, sem conotação material.</p>
<p><em>Valorização profissional</em><br />
Embora não muito explorado como fator de motivação, a valorização do currículo profissional é um dos mais contundentes. Numa época em que emprego vitalício é uma situação fora de contexto, aumentar o grau de empregabilidade é um incentivo que merece destaque.</p>
<p>Dentro de uma equipe de trabalho  temos vários tipos de perfil de pessoas, sejam, otimistas, pessimistas, céticos, tudo isso faz parte de liderar pessoas, o mais dificil é conseguir chegar aonde você quer ou melhor aonde seu projeto precisa chegar. <strong>Motive sua equipe, dê exemplo, seja você mesmo o exemplo motivado que você quer dentro de sua equipe.</strong></p>
<p><strong>Allan Torres<br />
<a href="http://www.pmportal.com.br" target="_blank">http://www.pmportal.com.br</a></strong></p>
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		<title>Metodologias Ágeis de Gerenciamento de Projetos</title>
		<link>http://www.gerenciamentoeconomico.com.br/gerenciamento_de_projetos/metodologias-ageis-de-gerenciamento-de-projetos/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 15:03:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[gerenciamente de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[metodos ageis]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[scrum]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo bem meus amigos, obrigado pelos e-mails que venho recebendo e surgiu essa dúvida em um deles, sobre projetos guiados por metodologias ágeis, então ai vai um pequeno e rápido artigo sobre o tema. Vamos para o lado real da coisa, digamos que sua equipe lhe diz, &#8220;Queremos usar um método ágil de gerenciamento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo bem meus amigos, obrigado pelos e-mails que venho recebendo e surgiu essa dúvida em um deles, sobre projetos guiados por metodologias ágeis, então ai vai um pequeno e rápido artigo sobre o tema.</p>
<p>Vamos para o lado real da coisa, digamos que sua equipe lhe diz, <strong><em>&#8220;Queremos usar um método ágil de gerenciamento de projeto ?&#8221; </em></strong>Nesse momento você pensa, mas no PMBoK (Project Management Body of Knowledge) não fala nada sobre isso, Será que posso usar?</p>
<p>O PMBoK não dita ou prescreve a metodologia e sim as melhores praticas, então nesse caso, será que seria possivel dar uma oportunidade aos metodos ágeis? <strong>Sim, claro!<br />
</strong><span id="more-98"></span></p>
<div id="attachment_50" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.pmportal.com.br/wp-content/uploads/2008/08/agile-m-1152550530.gif"><img class="size-full wp-image-50" src="http://www.pmportal.com.br/wp-content/uploads/2008/08/agile-m-1152550530.gif" alt="Método Ágil - Mudanças" width="500" height="184" /></a><p class="wp-caption-text">Método Ágil - Mudanças</p></div>
<p>Os métodos ágeis tem como principais caracteristicas, a frequente participação do cliente e ter grande flexibilidade é muito usado no desenvolvimento de sites mas seus conceitos podem ser aplicados a muitos outros projetos. Vejamos de uma forma melhor:</p>
<ol>
<li><strong>Estratégia de Negócio:</strong> Para ajudar sua equipe você fazer com que ela entenda do negócio que esta por trás do projeto, por isso é muito importante o conceito de responsabilidade de cada um dentro da equipe ágil.</li>
<li>Gestão de risco: Para analisar os riscos fazemos sempre suposições sobre o futuro, o mais próximo possivel claro, no caso das equipes ágeis esse plano de riscos é feito em no maximo com uma visão de duas semanas, normalmente é feito semanalmente, ou por periodos curtos chamados de <strong>sprints</strong>.</li>
<li><strong>Estimando tempo:</strong> Para estimar o tempo em equipes ágeis normalmente trabalhamos uma semana para ver o progresso real, e dai podemos ver e calcular a velocidade semanal em cima de uma taxa de cada programador ou membro da equipe. Fazendo assim uma previsão científica (calculos) de quanto tempo o trabalho irá levar.</li>
<li><strong>Qualidade: </strong>Os testes são realizados imediatamente após a realização da tarefa de não depois de tudo estar completo. Isso dá uma maior dinamicidade criando uma forma mais livre e um produto final já testado, o que é mais fácil de ser feito e certamente mais barato para se fazer.</li>
<li><strong>Comunicação</strong>: As reuniões de controle devem demorar no máximo 15 minutos no inicio ou no final do dia, aconselha-se que seja feita uma reunião com todos de pé, cada um com sua comida ou cafezinho, de forma crítica e rápida, dando importancia aos feedbacks. Pode/Deve ser realizada entre a equipe ágil do projeto é em alguns casos com a presença do cliente.</li>
<li><strong>Motivação</strong>: Todos os membros da equipe ágil participam do brainstorming e kick-off do projeto, sabendo a importancia e reconhecendo seus respectivos deveres dentro da equipe, é importante a ação continua de motivação por parte do gerente de projeto para que a equipe não tenha uma queda de desempenho nos <strong>sprints</strong>.</li>
<li><strong>Satisfação do cliente</strong>: Notamos que uma das coisas mais faceis de se atingir nesse tipo de método, é a satisfação do cliente, pois como o mesmo esta sempre presente e participa ativamente das atividades do projeto e as entregas tem prazos menores pode-se dizer que o cliente terá confiança plena que o produto sairá conforme ele deseja.</li>
<li><strong>Fases de Transição: </strong>Em alguns casos muitos chamam de fases portais, pois um portal é quando liberamos uma versão de funcionalidades para que possa ser testado pelo cliente e aprovado antes que a equipe ágil se mova ou transpasse o portal para a proxima fase de desenvolvimento.</li>
<li><strong>Lições Aprendidas: </strong>Em vez de esperar até o final do projeto, é possivel se beneficiar com esses dados desde o inicio do projeto tendo como base os sprints de trabalho. Fazendo isso você irá aumentar a garantia de sucesso e a rapidez para tomadas de decisões.</li>
</ol>
<p>Logicamente existem outras caracteristicas dos projetos guiados por metodologias ageis, espero que todos possam pensar nesse ponto de vista, dar mais dinamicidade ao trabalho e estar sempre buscando melhorias seja para sua equipe ou para empresa onde você trabalha. Tente avaliar seu dia-a-dia com sua equipe e tente contrapor isso a ideia dos projetos ágeis, quem sabe você esta deixando de ganhar tempo? Hoje em dia mais importante que um projeto pronto é um projeto pronto no tempo certo.</p>
<p>Bem, obrigado a todos que tiveram a paciencia de ler ate o final (hahah) e aguardo comentários de vocês.</p>
<p><strong>Allan Torres<br />
<a href="http://www.pmportal.com.br" target="_blank">http://www.pmportal.com.br</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Mudança de Stakeholders? E agora o que eu faço?</title>
		<link>http://www.gerenciamentoeconomico.com.br/gerenciamento_de_projetos/mudanca-de-stakeholders-e-agora-o-que-eu-faco/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 12:20:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[riscos]]></category>
		<category><![CDATA[stakeholders]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem, primeiramente espero que todos estejam gostando dos artigos que estamos publicando no PMPortal, nosso intuito é a cada dia colocar conteúdos com qualidade e de importância para nossa categoria de gerentes de projetos. Mas vamos lá, não sei se alguém aqui já se deparou com esse problema. Mudaram os stakeholders principais do meu projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, primeiramente espero que todos estejam gostando dos artigos que estamos publicando no PMPortal, nosso intuito é a cada dia colocar conteúdos com qualidade e de importância para nossa categoria de gerentes de projetos.</p>
<p>Mas vamos lá, não sei se alguém aqui já se deparou com esse problema. Mudaram os stakeholders principais do meu projeto e agora? O que eu faço? Ultimamente eu tenho trabalhado muito com o Governo Brasileiro, e percebi que uma coisa vem acontecendo com muita frequência. Os patrocinadores migram de projetos&#8230; como isso é possível? Boa pergunta, mas acontece.<br />
<span id="more-96"></span></p>
<p>O caso real desse post aconteceu comigo a alguns dias onde estávamos no meio da fase de planejamento e simplesmente ficamos sem chão por uma semana. Porque sem chão? A pessoa responsável por aprovar toda e qualquer peça foi realocada para outro projeto e o meu projeto ficou boiando nas aguas da incerteza, foi horrivel a sensação de trabalho e tempo jogados fora.</p>
<p>Para minha surpresa, outra pessoa da mesma diretoria que o patrocinador anterior foi deixada a cargo do meu projeto, ate que ponto isso afetou tudo? Bem, tive que revisar todos os documentos feitos ate o momento e já tinha ate perdido as esperanças desse projeto ter um futuro de sucesso.</p>
<p>Realizamos uma <strong>reunião de alinhamento</strong> onde apresentamos todo o trabalho feito ate ali, todos os documentos que foram gerados foram apresentados, detalhamos mais uma vez o escopo, mas agora não na questão de detalhar para entender, mas sim detalhar para informar ao novo stakeholder em que ponto estávamos do projeto e o que seriam os próximos passos.</p>
<p>No meu ponto de vista isso foi um risco não identificado no inicio do projeto devido ao fato do patrocinador anterior ser uma pessoa extremamente organizada e correta, não achei que me deixaria a ver navios, mas logicamente ouve seu ponto positivo nisso tudo, depois da troca meu trabalho foi muito mais tranquilo devido ao fato do patrocinador confiar totalmente em mim, pois fui eu quem apresentei o projeto, detalhei com ele todas as fases e tudo que havia sido definido. Acabou que no final das contas o patrocinador quando tinha alguma duvida sobre como deveria ser o projeto ele me questionava ao invés de questionar o antigo patrocinador.</p>
<p>Esse resultado foi inesperado, porem visualizando pela questão do bom andamento do projeto foi otimo, pois tivemos maior liberdade e muito mais tranquilidade, mas isso tudo se deu pelo fato de que a documentação estava muito bem feita e seguindo a metodologia.</p>
<p>Então finalizando a ideia deste artigo é a metodologia nos protege de vários riscos que de certa forma não conseguimos prever ou identificar no inicio do projeto. Segui-la é algo que protege você e o projeto de um futuro incerto. Utilize a metodologia de gerenciamento de projeto que melhor lhe convir, porém, utilize-a a seu favor, se proteja e esteja sempre preparado para esses acontecimentos.</p>
<p>Obrigado pela atenção e confira sempre meus novos textos em <strong><a title="PMPortal" href="http://www.pmportal.com.br" target="_blank">PMPortal.com.br</a></strong><br />
Allan Torres</p>
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		<title>Riscos, técnicas de identificação e mitigação.</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 17:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[analise de risco]]></category>
		<category><![CDATA[formas de resposta aos riscos]]></category>
		<category><![CDATA[impacto]]></category>
		<category><![CDATA[mitigação]]></category>
		<category><![CDATA[resposta ao risco]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>
		<category><![CDATA[riscos]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse termo risco é muito utilizado nas áreas de administração, economia, gerencia de projeto e em todas elas é a designação do resultado de uma combinação entre a probabilidade da ocorrência de um determinado evento, aleatório, futuro e que independa da vontade humana juntamente com o impacto resultante caso ocorra. Esse conceito nas áreas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse termo risco é muito utilizado nas áreas de administração, economia, gerencia de projeto e em todas elas é a designação do resultado de uma combinação entre a probabilidade da ocorrência de um determinado evento, aleatório, futuro e que independa da vontade humana juntamente com o impacto resultante caso ocorra.</p>
<p>Esse conceito nas áreas de projeto pode ser mais especifico ao se classificar o risco como uma probabilidade de ocorrência de um determinado evento que se contrapõe ao alcance do objetivo e que normalmente que gere prejuízo.</p>
<p>O simples fato de uma atividade existir, abre a possibilidade da ocorrência de eventos ou combinação deles, cujas conseqüências constituem oportunidades para obter vantagens ou então ameaças ao sucesso ou objetivo.<span id="more-85"></span></p>
<p><strong>Análise de Riscos</strong><br />
A Análise de Riscos é o processo pelo qual são relacionados os eventos, os impactos e avaliadas a probabilidade destes acontecerem.</p>
<p>Como orientação da confecção de uma análise de riscos, temos os seguintes passos e cuidados:<br />
<strong><br />
1 &#8211; Construir a Matriz de Impacto</strong><br />
A Matriz de Impacto é uma matriz envolve um conjunto de itens que influenciam no dimensionamento do impacto no caso de ocorrência de uma determinada ameaça sendo então relacionados abaixo:</p>
<ul>
<li>Determinar os elementos críticos do negócio que poderão ser afetados por falhas e erros no processo;</li>
<li> Levantar as ameaças / eventos decorrentes da execução dos passos do processo de negócio, que podem afetar ou causar um determinado impacto sobre algum elemento crítico do negócio relacionado;</li>
<li>Definir o impacto para o negócio no caso de ocorrência das ameaças / eventos relacionadas.</li>
</ul>
<p><strong> 2 &#8211; Construir a Matriz de Probabilidade</strong><br />
Esta matriz envolve alguns aspectos que influenciam na probabilidade de ocorrência de uma determinada ameaça / evento, sendo, então, relacionados abaixo:</p>
<ul>
<li> Levantar os controles ou proteções existentes que poderiam prevenir ou minimizar a ocorrência das ameaças / eventos relacionadas;</li>
<li> Definir as fraquezas ou fragilidades que possam existir nos controles relacionados, de forma a obter uma avaliação da sua efetividade;</li>
<li> Definir qual a probabilidade da ameaça / evento vir a se realizar devido a falha do controle (ou este ser sobrepujado) e o impacto previsto acontecer.</li>
</ul>
<p>A matriz de probabilidade, deve conter as colunas abaixo</p>
<ol>
<li>Tipo de ameaça: o que pode dar errado?</li>
<li>Elemento crítico do negócio: O que pode ser afetado durante o desenvolvimento do trabalho ? (processo de negócio crítico, imagem, segurança da informação, legal ou legislação)</li>
<li> Impacto : Qual o impacto esperado ? (1 – Alto, 2 Médio, 3 – Baixo)</li>
<li> Controle / Mitigação: Qual é a proteção existente ?</li>
<li> Vulnerabilidade:  O quão eficaz é o controle ?</li>
<li> Probabilidade:  Qual a possibilidade da ameaça se concretizar sobrepujando o controle? (1 – Alto, 2 Médio, 3 – Baixo)</li>
<li> Risco: é o resultado da multiplicação do impacto versus a probabilidade.</li>
<li> Gatilho : Qual evento precede o acontecimento da ameaça?</li>
</ol>
<p><strong><br />
3 &#8211; Definir os Riscos reais</strong><br />
Esta etapa envolve a sumarização dos impactos relacionados e as suas respectivas probabilidades, de forma a que seja calculado o risco real de um determinado evento (e o seu impacto) vir a ocorrer.<br />
Considerações Sobre a Seleção das Ameaças/Eventos<br />
Deve-se buscar identificar ameaças concretas que sejam parte da realidade da organização, como exemplificado abaixo:<br />
Ex: Caso fosse um projeto de desenvolvimento:</p>
<ul>
<li> Nova versão ou manutenção (paralisação ou mau funcionamento de funcionalidades essenciais ou não)</li>
<li>Situações do Cliente Interno (dificuldades de entendimento, participação de responsável da área ou resistências previstas ou não);</li>
<li> Situações de planejamento (custos, equipe, recursos diversos);</li>
<li> Tecnologia (falta, excesso, erros, treinamento);</li>
<li> Imprevisíveis (greve, falta de luz, emergências).</li>
</ul>
<p>Considerações Sobre a Seleção dos Controles / Mitigação dos riscos<br />
Deve-se buscar identificar quais os controles (atividades, procedimentos, recursos ou responsabilidades existentes ou que possam ser construídos) que ajudam a reduzir ou evitar a ocorrência da ameaça, como exemplificado abaixo:<br />
Ex: Caso fosse um projeto de desenvolvimento</p>
<ul>
<li> Procedimento de backup;</li>
<li> Controle de versões de software;</li>
<li> Duplicidade em equipamentos;</li>
<li> Controle financeiro e contábil;</li>
<li> Responsabilidades definidas;</li>
<li>Nova versão ou manutenção (paralisação ou mau funcionamento de funcionalidades essenciais ou não).</li>
</ul>
<p>Considerações Sobre a Análise das Vulnerabilidades<br />
Deve-se identificar as eventuais fraquezas dos mitigadores indicados, como abaixo exemplificado:<br />
Ex: Caso fosse um projeto de desenvolvimento:</p>
<ul>
<li> Freqüência de erros em procedimento;</li>
<li> Disponibilidade de recursos;</li>
<li> Sobrecarga de uso de equipamentos de TI;</li>
<li> Responsabilidades duplicadas ou não totalmente definidas;</li>
<li> Fraqueza de controles existentes.</li>
</ul>
<p><strong>Gestão de Riscos</strong><br />
A gestão (ou gerenciamento) de riscos é um elemento central na gestão da estratégia de qualquer organização ou projeto.</p>
<p>É o processo através do qual analisam metodicamente os riscos inerentes às respectivas atividades, com o objetivo de identificação, estimativa (probabilidade de ocorrência e impacto) e mitigação dos mesmos, através de medidas para:</p>
<p>•	Evitar;<br />
•	Reduzir;<br />
•	Assumir; e/ou<br />
•	Transferir os riscos (exemplo: <a title="Tipos de contratos" href="http://www.gerenciamentoeconomico.com.br/ferramentas-de-gerenciamento/administracao_tipos_de_contratos" target="_blank">pelo tipo de contrato</a>).</p>
<p>A gestão de riscos deve ser um processo contínuo e em constante desenvolvimento aplicado à estratégia da organização e à implementação dessa mesma estratégia. Deve analisar metodicamente todos os riscos inerentes às atividades passadas, presentes e, em especial, futuras de uma organização.</p>
<p>Deve ser integrada na cultura da organização com uma política eficaz e um programa conduzido pela direção de topo. Deve traduzir a estratégia em objetivos tácticos e operacionais, atribuindo responsabilidades na gestão dos riscos por toda a organização, como parte integrante da respectiva descrição de funções. Esta prática sustenta a responsabilização, a avaliação do desempenho e respectiva recompensa, promovendo desta forma a eficiência operacional em todos os níveis da organização.</p>
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		<title>Crie hábitos vencedores&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 15:29:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[vencedores]]></category>

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		<description><![CDATA[riar novos hábitos é um processo que exige muita disciplina e  esforço. Em seu livro O Monge e o executivo, James Hunter mostra quais são os  estágios que envolvem um novo aprendizado. Entenda quais são esses hábitos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você quer ter destaque na sua vida profissional, ou se você deseja alçar  vôos mais altos dentro da sua empresa é importante que você desenvolva novas  habilidades. Criar novos hábitos é um processo que exige muita disciplina e  esforço. Em seu livro O Monge e o executivo, James Hunter mostra quais são os  estágios que envolvem um novo aprendizado?<span id="more-72"></span></p>
<p><strong>1. Estágio: Inconsciente e Incompetente</strong><br />
Este é o estágio  em que você ignora o comportamento e o hábito, você não tem nenhum preparo. Isso  se dá antes de você aprender a dirigir, por exemplo.</p>
<p><strong>2. Estágio: Consciente e Incompetente</strong><br />
Aqui você toma  consciência de um novo comportamento, mas ainda não desenvolveu a prática. Você  sentou no carro para dirigir pela primeira vez. Tudo é muito desajeitado e até  assustador.</p>
<p><strong>3. Estágio: Consciente e Competente</strong><br />
Agora você está se  tornando cada vez mais experiente e se sente confortável com o novo  comportamento. Você já passa a marcha sem olhar para o cambio, o carro já não  sai aos solavancos. Você já sabe o quanto você sabe.</p>
<p><strong>4. Estágio: Inconsciente e Competente</strong><br />
Você já não precisa  mais pensar. Nesta fase você não consegue mensurar o quanto você sabe. Dirigir é  a coisa mais natural do mundo. Neste estágio os líderes não precisam tentar ser  bons lideres, porque já são.</p>
<p>O mundo está em constante mutação. As pessoas que não acompanharem o  conhecimento gerado pela tecnologia e pelas tendências de mercado ficarão para  trás ou, na melhor das hipóteses, experimentará apenas uma parte do progresso.  Ser receptivo a criação de novos hábitos garante a continuidade de seu sucesso  durante muito tempo.</p>
<p><strong>Fonte: Prof. Menegatti</strong></p>
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		<title>Risco ou problema? Qual a diferença?</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 00:50:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[problemas]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos de nós sabemos que os riscos são inerentes em qualquer projeto. Projetos envolvem dúvidas e muitas vezes parecem ate mesmo ter vida propria, seja um escopo mal definido ou um cliente inseguro ou que não sabe o que quer, de qualquer forma é sempre um risco. Mas o que eu encontrei em meus projetos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos de nós sabemos que os riscos são inerentes em qualquer projeto.<br />
Projetos envolvem dúvidas e muitas vezes parecem ate mesmo ter vida propria, seja um escopo mal definido ou um cliente inseguro ou que não sabe o que quer, de qualquer forma é sempre um risco.</p>
<p>Mas o que eu encontrei em meus projetos e nos anos de experiência que tenho é que muitos gerentes de projetos não sabem diferenciar problemas de riscos. <strong>Mas porque isso é importante?</strong></p>
<p>Riscos são incertezas de que um evento futuro poderá afetar de forma negativa (ameaça) ou positiva (oportunidade) os objetivos do projeto. Um problema é algo que existe naquele momento e que ameaça diretamente e de forma eminente os objetivos do projeto. Compreender a diferença entre riscos e problemas é muito importante pois são tratados de formas diferentes no planejamento e na execução de seu projeto.<br />
<strong>Um problema seria:</strong> “Nós não temos recursos hoje para atender a essa solicitação, o projeto atrasará Cinco dias úteis por isso”.</p>
<p><strong>Um risco seria:</strong> “Podemos não ter recursos suficientes para atender demandas maiores que 100 pontos de função, o que impactará em um atraso de quatro semanas na entrega caso a demanda supere os 100 pontos de função”.<br />
O problema tem 100% de certeza que o evento esta acontecendo, sendo assim, o plano de Gerenciamento de projeto deve entrar em ação e especificar o modo como o problema em questão pode ser resolvido (Logicamente o mais rápido possível) , seja marcando uma reunião, contratando pessoas, emitindo um memorando, demitindo alguém, a forma não importa e sim o resultado. Seja qual for a solução, ela deve ser abordada imediatamente.</p>
<p>O risco já implica a questão probabilidade (pode ou não acontecer) , e para isso o PMBoK nos diz a forma de gerenciar esse acontecimento, após a identificação do risco deve-se realizar uma analise quantitativa e uma analise qualitativa para que seja possível avaliar com maior exatidão o impacto ou conseqüência de sua ocorrência. É bom lembrar que existem cálculos que possibilitam estimar a probabilidade do risco ocorrer, mas isso não vem ao caso no momento, o mais importante mesmo é conseguir determinar o grau do impacto desse risco ao objetivo do seu projeto nos âmbitos de custo, cronograma, escopo, recursos, qualidade e todas as outras áreas de conhecimento.</p>
<p>O Gerente de projeto nesse caso é responsável por elaborar um plano de respostas a riscos onde devem constar as ações para atenuar ou mitigar esse risco para que o mesmo não ocorra ou que seu impacto não seja grave ao projeto e seus objetivos.</p>
<p>Agora é muito mais fácil de diferenciar o que se trata de um problema e o que se trata de um risco em seu projeto, afinal os dois tem formas claras de serem resolvidos totalmente distintas e em momentos totalmente diferentes, tenha sempre em mente isso na hora de elaborar o planejamento do projeto e mais importante ainda é ter certeza que seus interessados e patrocinadores compreendem a diferença entre eles.</p>
<p><!-- Mostrando o menu dropdown --></p>
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