Aplicando o Value at Risk VaR na BOVESPA: Exemplo Prático no Excel

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Value at Risk (VaR) ou valor em risco mede a pior perda esperada, dado um nível ao longo de determinado intervalo de tempo, sob condições normais de mercado e dentro de determinado nível de confiança. Portanto, para o cálculo do VaR são necessários os seguintes parâmetros: horizonte de cálculo; nível de significância; e preços e taxas relacionados ao portfólio.

 

var

 

Conforme mostra a Figura, o  VaR representa o valor mínimo dentro do intervalo de confiança de 95%. Em outras palavras, para uma amostra de 100 retornos, o VaR refere-se ao nonagésimo quinto menor retorno, havendo somente 5 retornos com valores abaixo dele. É o limite máximo de perda, considerando os 95% dos retornos, dado um horizonte de tempo.Para melhor compreensão, suponha que determinada carteira, com valor de mercado de R$ 5 milhões tem um VaR de 1%, para o horizonte de tempo de 1 dia, com intervalo de confiança de 95%, estamos dizendo que: A cada 100 dias esperamos que em 95 dias não teremos perdas maiores que 1% de um dia para o outro.Desta forma, podemos também dizer que, a possibilidade de ocorrência de perdas diárias maiores do que R$ 50.000,00 (5 milhões x 1%), prevista pelo VaR, é de 5 dias a cada 100 dias, ou seja, em 5 de cada 100 dias pode-se esperar perdas diárias maiores que 1%.

Exemplo prático VaR como medida de risco

Buscaremos aplicar de forma simples e prática a utilização do VaR para medir o risco de uma carteira ações. Para facilitar o exemplo vamos considerar que temos um lote padrão de ações (100 ações) de cada empresa na composição da carteira. Utilizaremos o VaR com um intervalo de confiança de 95% para estimar a perda máxima diária desta carteira. E por fim testaremos a eficácia do VaR por meio do Backtesting.Neste estudo coletamos dados históricos de quatro ações aleatórias do índice Bovespa: Bmf&Bovespa (BVMF3), Petrobrás (PETR4), Banco do Brasil (BBAS3) e Vale (VALE5), do dia 31 de Outubro de 2011 à 29 de Dezembro de 2011, como mostra a tabela abaixo (clique aqui para DOWNLOAD  da planilha). Note que no primeiro dia do estudo, temos uma carteira de ações com o valor de mercado de R$ 9.862,00 conforme a coluna “valor” da tabela 3, ou seja, a soma da cotação das respectivas ações multiplicadas por 100. Na ultima coluna “variação” temos a variação diária desta carteira em termos percentuais com base no dia anterior.

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Preços sobem acima das expectativas

São Paulo, 26 de Março de 2013.

ECONOMIA & FINANÇAS

Por Prof. Thiago Flores*

Preços sobem acima das expectativas

 

Segundo o IBGE, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) variou 0,49% em março, inferior à taxa de 0,68% de fevereiro. Já o IPCA-E (IPCA-15 acumulado nos meses de janeiro, fevereiro e março) foi de 2,06%, bem acima do resultado de igual período de 2012 (1,44%). Considerando os últimos 12 meses, o índice situou-se em 6,43%, também acima dos 12 meses anteriores (6,18%). Em março de 2012, a taxa havia ficado em 0,25%. A forte redução dos efeitos da alta sazonal do grupo educação (de 5,49% em fevereiro para 0,50% em março) fez a taxa do IPCA-15 baixar de 0,68% para 0,49% de um mês para o outro.

O grupo das despesas pessoais (de 1,15% em fevereiro para 0,51% em março) também perdeu força. Isso porque a variação nos preços dos cigarros passou de 5,70% de fevereiro para 0,03% em março. Já o item empregado doméstico se manteve em alta, com 1,53%.

Outros quatro grupos de produtos e serviços (alimentação e bebidas, artigos de residência, transportes e saúde e cuidados pessoais) também mostraram desaceleração na taxa de crescimento de preços.

Tanto os produtos alimentícios (de 1,74% em fevereiro para 1,40% em março) quanto os não alimentícios (de 0,35% para 0,20%) tiveram resultados inferiores àqueles registrados no mês anterior.

O grupo alimentação e bebidas, que continuou mostrando aumento expressivo de 1,40%, apesar da desaceleração, deteve 0,34 ponto percentual do índice, ficando responsável por 69% dele. Vários produtos importantes na despesa das famílias ficaram mais caros, como o feijão carioca (11,68%), ovos (7,66%), farinha de trigo (6,33%), farinha de mandioca (5,72%), frutas (2,54%), macarrão (2,42%), frango (1,80%), e pão francês (1,77%), além da refeição fora (1,23%).

Mas o principal impacto individual no índice do mês veio do grupo transportes. Foi a gasolina, cujo preço do litro subiu 2,34%, que gerou impacto de 0,09 ponto percentual. Após a variação de 1,96% em fevereiro, totalizou 4,35% de aumento ao consumidor nos dois últimos meses, resultado do reajuste de 6,60% no preço do litro nas distribuidoras em vigor a partir do dia 30 de janeiro. Em março, ficou mais caro também o litro do etanol, com variação de 3,89%, assim como o óleo diesel, que subiu 3,16%. Mesmo assim o grupo transporte (de 0,46% para 0,32%) cedeu de fevereiro para março, influenciado pelas passagens aéreas, cuja queda chegou a 16,41%.

Artigos de residência (de 0,82% em fevereiro para 0,40% em março) e saúde e cuidados pessoais (de 0,78% para 0,42%) foram grupos que também apresentaram redução na taxa de crescimento de um mês para o outro.

Já o grupo habitação (de –2,17% em fevereiro para –0,70% em março) caiu menos de fevereiro para março. Isto porque o valor da conta de energia elétrica ficou 5,32% mais baixo em março, enquanto em fevereiro a queda chegou a 13,45%, o que significa que as contas ficaram 18,05% mais baratas nestes dois últimos meses como reflexo da redução de 18% no valor das tarifas em vigor a partir de 24 de janeiro.

Os grupos vestuário (de 0,01% em fevereiro para 0,48% em março) e comunicação (de 0,08% para 0,27%) também mostraram resultados acima daqueles registrados em março.

Dentre os índices regionais, o maior foi registrado em Fortaleza (0,87%), em razão, da alta de 2,18% nos preços dos alimentos. O menor foi o índice do Rio de Janeiro (0,25%).

 

* Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV, Mestre em Economia de Negócios – EESP – FGV, Mestre em Finanças – IBMEC/INSPER – SP, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ®

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Inflação 2013

São Paulo, 25 de Janeiro de 2013.

ECONOMIA & FINANÇAS

Por Prof. Thiago Flores*

Inflação 2013

 

Ata do Copom reforçou nossa expectativa de manutenção da Selic em 7,25% em 2013. Segundo o Banco Central, o IPCA variou 0,79% em dezembro ante 0,60% em novembro, acumulando alta de 5,84% em 2012, ante 5,53% nos doze meses até novembro e 6,50% em 2011, de acordo com dados divulgados pelo IBGE. O resultado do mês refletiu aceleração dos preços livres e desaceleração dos preços monitorados. Em relação aos preços livres, com elevação de 0,94% em dezembro ante 0,62% em novembro, o movimento repercutiu comportamento dos preços de bens comercializáveis, que passaram de 0,67% para 0,86%, e de bens não comercializáveis, de 0,57% para 1,00%, com serviços registrando variação de 0,98%, ante 0,82% no mês anterior. Os preços monitorados apresentaram alta de 0,33% em dezembro ante 0,54% em novembro. A variação mensal do IPCA decorreu, principalmente, do aumento dos preços dos grupos relativos a alimentação e bebidas e a despesas pessoais, com contribuições respectivas de 0,25 p.p. e 0,16 p.p. O índice de difusão situou-se em 70,68% em dezembro ante 62,72% em novembro.

Considerado período de doze meses finalizado em dezembro, os preços livres apresentaram aceleração em relação a novembro, de 6,23% para 6,56%, assim como os preços monitorados, de 3,50% para 3,65%. A evolução dos preços livres refletiu o efeito da aceleração dos preços dos produtos comercializáveis, de 4,10% para 4,47%, e dos produtos não comercializáveis, de 8,17% para 8,46%, no período analisado. Os preços do segmento de serviços aumentaram 8,75% no acumulado em doze meses até dezembro ante 8,24% e 7,99%, em períodos correspondentes até novembro e outubro, respectivamente.

O IGP-DI variou 0,66% em dezembro, após alta de 0,25% em novembro, de acordo com a FGV, repercutindo aceleração do IPA e do IPC e desaceleração do INCC. O indicador acumulou variação de 8,10% em 2012, contra 5,00% em 2011.

O IPA-DI variou 0,74% no mês ante 0,16% em novembro, acumulando alta de 9,13% em 2012, ante 4,12% em 2011. Os preços dos produtos agropecuários aceleraram de 0,48% em novembro para 1,27% em dezembro, totalizando aumento de 19,20% no ano, ante 3,15% em 2011. Os preços dos produtos industriais registraram igualmente aceleração no mês, passando de 0,04%, em novembro, para 0,53%, em dezembro, tendo acumulado alta de 5,54% em 2012, contra 4,46% no ano anterior. O desempenho mensal dos preços dos produtos agropecuários refletiu, principalmente, a variação registrada nos preços de aves, 8,10%; milho, 3,47%; e feijão, 10,18%; com contribuições para o IPA-DI de 0,17 p.p., 0,10 p.p. e 0,08 p.p., respectivamente. Entre os preços dos produtos industriais, destaque-se a influência exercida por carnes, produtos de carne e pescados, produtos químicos, e óleos e gorduras vegetais, com elevações respectivas de 2,08%, 0,65% e 1,34%, e contribuições para o índice mensal de 0,07 p.p., 0,06 p.p. e 0,05 p.p., na ordem.

O IPC-DI registrou variação de 0,66% em dezembro ante 0,45% em novembro, acumulando alta de 5,74% em 2012, ante 6,36% em 2011. A aceleração do IPC-DI em dezembro foi favorecida, em especial, pela maior elevação de preços do grupo alimentação, cuja contribuição para o índice mensal cresceu de 0,13 p.p. em novembro para 0,30 p.p. em dezembro. O INCC-DI variou 0,16% em dezembro ante 0,33% no mês anterior, resultado das desacelerações dos preços de materiais, equipamentos e serviços, de 0,25% para 0,19%, e dos custos de mão de obra, de 0,41% para 0,13%. O INCC-DI acumulou alta de 7,12% em 2012, contra 7,49% no ano anterior.

O IPP/IT variou 0,25% em novembro, após alta de 0,23% em outubro, acumulando elevações de 6,82% no ano, ante 2,78% no mesmo período do ano anterior, e de 6,64% no período de doze meses encerrado em novembro, ante 6,39% em outubro. O resultado mensal do IPP/IT foi influenciado, principalmente, pela alta nos preços dos segmentos de alimentos, de coque, derivados do petróleo e biocombustíveis, e de máquinas e equipamentos, com contribuições respectivas para o índice de 0,12 p.p., 0,07 p.p. e 0,06 p.p., contrabalançadas parcialmente pelas variações das divisões de sabões, detergentes e artigos de perfumaria, e de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, ambas com contribuições de -0,03 p.p. A variação do índice no período de doze meses encerrado em novembro refletiu, sobretudo, a contribuição da indústria de produtos alimentícios, de 2,62 p.p.

O Índice Commodities – Brasil (IC-Br) avançou 1,47% em dezembro, após ter avançado 0,68% em novembro. O avanço de dezembro refletiu as variações respectivas de 0,73%, 7,25% e -1,13% nos subíndices agropecuárias, metálicas e energia. Em 2012, o IC-Br registrou valorização de 10,51%, com os subíndices registrando altas de 8,84%, 19,75% e 9,44%, na mesma sequência.

 

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Projeções para 2013 & Opções de Investimento

São Paulo, 2 de Janeiro de 2013.

ECONOMIA & FINANÇAS

Por Prof. Thiago Flores*

Projeções para 2013 & Opções de Investimento

Projeções do mercado para 2013 sugerem uma Selic estável, PIB crescendo 3,30% e IPCA com alta de 5,47%, segundo Relatório Focus do Banco Central. Nossos especialistas apontam para um crescimento de 4% do PIB, ao contrário do que veremos estar destacado no relatório.

As projeções do mercado demonstraram algumas alterações com relação ao encerramento do ano passado, com certa coesão de dados para 2013 indicando uma taxa de juros estável, câmbio relativamente constante, PIB crescendo 3,30%, e crescendo de forma cíclica em relação ao ano passado, e IPCA subindo 5,47%, de acordo com o Relatório Focus ? divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central, com estimativas coletadas até o dia 28 de dezembro.

A mediana das expectativas para o IPCA mostrou leve tendência de alta para 2012, passando de 5,69% para 5,71%, ficando estável em 5,47% para 2013. Concomitantemente, a estimativa de crescimento do PIB novamente recuou de 1,00% para 0,98% para 2012 e seguiu em 3,30% em 2013. A mediana da projeção para a taxa Selic ficou praticamente inalterada em 7,25% para este ano. Por fim, as projeções para a taxa de câmbio em 2013 indicou uma leve depreciação, passando de R$/US$ 2,08 para R$/US$ 2,09.

Com isso, com a tendência de aumenta da inflação e mantida praticamente constante a taxa SELIC, investimentos atrelados ao IGP-M e afins são os que terão maior rentabilidade. A taxa básica de juros (Selic) serve de “guia” para os principais fundos de investimentos oferecidos em bancos. Os fundos DI ficam menos atraentes quando essa taxa cai, enquanto os fundos de Renda Fixa se tornam mais vantajosos, e vice-versa. Mas o investidor pode optar por “perseguir” a taxa de inflação, em vez de se guiar pela taxa básica de juros.

Veja os investimentos que podem proteger contra a inflação

Aplicação financeira

Vantagens

Desvantagens

Tesouro Direto: NTN-Bs

As taxas de serviço cobradas tendem a ser baixas

O rendimento pode variar de forma brusca

Fundos de inflação

O banco escolhe a melhor forma de aplicar o dinheiro pelo investidor

As taxas de serviços podem ser bem altas

CDBs-IPCA

O Imposto de Renda somente é cobrado no saque do dinheiro aplicado

A oferta desse produto é bastante restrita

Fundos Imobiliários

O investidor aplica em um bem real, com aluguel corrigido pela inflação

Atrasos no pagamento do aluguel derrubam o rendimento da aplicação

 

* Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV, Mestre em Economia de Negócios – EESP – FGV, Mestre em Finanças – IBMEC/INSPER – SP, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ®

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Meu mercado favorito

Podemos associar o supermercado com a extensão da nossa casa, levamos dele o leite, o pão, a carne, o iogurte, queremos produtos de qualidade e sempre fresquinhos, mas a relação não pára por aí. Você elege o seu preferido e vários fatores podem influenciar a escolha e, na maioria das vezes, vão além do produto ofertado; o chão limpo, as prateleiras em ordem, os corredores amplos, móveis bem dispostos, loja ampla e bem iluminada, ambiente moderno ou caseiro, atendentes que saibam dar informações corretas ou que se prontifiquem em resolver seu problema.
Nunca gostei daquelas pontas de gôndolas abarrotadas de produto que são dispostas em forma de pirâmide, dão a impressão que tudo irá desmoronar a qualquer momento, corredores muito estreitos que não passam 2 carrinhos, splashs promocionais escritos à mão com letra manuscrita e um texto enorme, é o fim. Podemos pensar, num primeiro momento, que isto só acontece em mercadinhos de bairro, mas mesmo com grandes investimentos em comunicação, materiais de ponto de vendas, comerciais televisivos, as grandes redes continuam pecando no básico.
Estes dias entrei em um supermercado que foi uma empresa familiar e há alguns anos foi adquirido por um grupo estrangeiro, e reafirmei minhas impressões – péssimas impressões – pão murcho exposto na prateleira da padaria, prateleiras de leite com as caixas de transporte à mostra, vazias e com leite derramado, uma grande variedades de pães fatiados, integrais e grãos, misturados em 5 prateleiras longe dos preços, caixas e embalagens vazias nos corredores, atendentes nos caixas sem a menor discrição gritando alto uma para a outra solicitando moedas para troco, e o desfecho: uma frase em letra caixa escrita com grafia errada, sem separação das palavras.
Trabalhando diretamente com comunicação em supermercados, analiso profissionalmente e racionalmente as minhas impressões e a eleição do meu mercado preferido continua sendo aquele que minha mãe já comprava quando eu era criança e, mesmo sendo uma empresa familiar, felizmente cresceu de maneira organizada. Sou uma cliente satisfeita e cada vez mais convencida que mesmo com tecnologia e ações de marketing, os supermercados acabam pecando no básico, pois os cuidados que esperamos destas empresas são os mesmos que temos com nossas casas.

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